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ONZE ANOS DE CULTURA LITERÁRIA MAÇÔNICA - AMALEP CELEBRA SESSÃO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO

AMALEP CELEBRA 11 ANOS DE HISTÓRIA, CULTURA LITERÁRIA E FRATERNIDADE NO PARÁ


Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) comemora trajetória marcada pela valorização da literatura, do pensamento e da cultura maçônica.


São onze anos de história, conhecimento e dedicação à cultura. A Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) celebrou seu 11º aniversário em uma noite marcada pela emoção, cultura literária, fraternidade e reconhecimento à produção intelectual de seus 42 acadêmicos.


A solenidade, realizada na segunda-feira, 24 de agosto, na sede da Grande Loja Maçônica do Estado do Pará (GLEPA), contou com a presença do Sereníssimo Grão-Mestre Adonai Eber Rodrigues Leitão, o presidente da Academia de Letras e Artes da Polícia Militar do Pará (ALAPMPA), a jornalista Franssinete Florenzano, presidente da Academia Paraense de Jornalismo (APJ), a senhora Rosa Lúcia Monteiro Leitão, presidente da Associação Damas da Fraternidade (ADAF), acadêmicos, autoridades maçônicas, convidados e representantes de lojas maçônicas de cidades paraenses como o irmão maçom Marcus Victor Lima Norat, de Marabá, em uma programação especialmente preparada para celebrar mais de uma década de atuação da instituição.


Com leituras de trechos de obras literárias dos acadêmicos Bira Lima, Marcio Cavalcante, Frank Serruya, Moysés Hamoy, assim o como  o discurso de fundação da AMALEP, lido com muita emoção pelo seu primeiro presidente, o benemérito Claudio Jorge, a noite representou a celebração de um legado construído por homens que escolheram a literatura, a cultura e o conhecimento como instrumentos de transformação.


A AMALEP tem como missão promover, difundir e preservar a cultura e a literatura maçônica, incentivando a produção intelectual e fortalecendo os vínculos culturais entre a Maçonaria, academias coirmãs, as ordens paramaçônicas e a sociedade. 


UMA NOITE DE MEMÓRIAS E REALIZAÇÕES


Sob a condução da atual gestão, tendo à frente o presidente Benilton Lobato Cruz, a celebração apresentou iniciativas que traduzem o momento de expansão cultural vivido pela Academia.


Entre os destaques esteve o lançamento do projeto editorial “AMALEP – 11 Anos, 11 Olhares”, publicação digital concebida especialmente para marcar o aniversário da instituição.


A obra reúne diferentes perspectivas e reflexões produzidas pelos acadêmicos, transformando a passagem dos 11 anos em registro literário e histórico.


Também foi apresentada a proposta da Revista Internacional Sírius, novo projeto editorial destinado a ampliar a presença da produção intelectual da Academia e estabelecer novas conexões no universo cultural e literário.


A programação contou ainda com música clásica, coquetel comemorativo, registro fotográfico e o tradicional bolo de aniversário, compondo uma noite que uniu solenidade e confraternização.


CULTURA QUE CONSTRÓI LEGADO


Ao longo de sua trajetória, a AMALEP consolidou-se como espaço de produção intelectual e valorização da literatura maçônica no Pará.


A Academia foi idealizada e constituída pelos Mestres Maçons Cláudio Jorge Bentes de Castro, Manoel Augusto Marques Lima, Matias Ferreira do Nascimento e José Nazareno Nogueira, responsáveis pela formação inicial da instituição. 


Desde então, a entidade vem desenvolvendo projetos literários, editais internos e externos,  publicações regulares como o AMALEP INFO, podcasts e ações voltadas à preservação e difusão do conhecimento.


Entre essas iniciativas está o Prêmio AMALEP de Literatura, que estimula a produção literária e a memória maçônica. A AMALEP mantém projetos permanentes de comunicação e difusão cultural, como o podcast voltado à Ciência Maçônica, à Maçonologia e a temas transversais.


ONZE ANOS E UM NOVO CAPÍTULO


A comemoração dos 11 anos simboliza, portanto, muito mais que a passagem do tempo.


Representa a capacidade de uma instituição de preservar a história de uma augusta fraternidade, enquanto abre caminhos para o futuro.


É a literatura a voz da memória, o instrumento de reflexão. É a cultura como patrimônio. É a fraternidade transformada em ação.


E é, sobretudo, a certeza de que quando existe paixão pelo que se faz, conhecimento compartilhado e compromisso coletivo, um Silogeu deixa de ser apenas uma instituição e passa a fazer parte da própria história cultural de um povo.


A AMALEP chega aos 11 anos olhando para o futuro, levando consigo a força de tudo aquilo que já construiu: três antologias de alcance nacional e estadual, sem falar na constante divulgação da literatura de seus acadêmicos.


Onze anos.


Onze olhares.


Uma história.


E muitos capítulos ainda por escrever.


 (Rosangela Aguiar DRT 1650)


















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