Machado de Assis escreveu na crônica “Shakespeare”, publicada em 1873 no Jornal das Famílias e depois recolhida no livro Histórias da Meia-Noite, um trecho fascinante sobre o bardo inglês: “Um dia, quando não houver Império Britânico, nem República Norte-Americana, haverá Shakespeare; quando não se falar inglês, falar-se-á Shakespeare. Que valerão todas as discórdias?” Machado escreveu essa crônica em homenagem aos 300 anos do dramaturgo. A ideia dele é que a arte sobrevive aos impérios e às línguas. Mesmo que o inglês desapareça, Shakespeare continua vivo porque vira patrimônio da humanidade. Curiosidade: Machado era fascinado pela obra do nome mais famoso da dramaturgia e traduziu trechos dele. O famoso conto a Cartomante cita Hamlet, na passagem "há mais mistérios entre o céu e a Terra do que sonha a nossa filosofia" e em outra crônica de 1876, até usou “To Be or Not to Be” como título e como crítica genial à política brasileira da sua época que não é uma coisa e é sempre...
Ele é piloto de caça da FAB e decifrador do lugar do homem diante de si e de Deus como eu costumo conceituar o maçom Ele esteve em Santa Maria de Belém do Grão Pará como qualquer maçom - afinal estamos em todos os lugares - a Maçonaria é universal. Palestrou esplendidamente e relançou um livro cujo valor de venda é dividido com cestas básicas aos que necessitam. O valor de conhecimento é incalculável. E já foram duas mil cesta básicas neste ato de altruísmo - o duplo alimento de pão e palavra. Depois dos contatos prévios através do irmão Cristiano, da Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará e o Levy, da minha querida loja, a ARLMS James Anderson 101, foi iniciada em sessão conjuta com várias lojas - a palestra que Tiago Diedrich nos deixaria na memória desse dia. Fiquei de ler sua bela e veloz biografia, como piloto de caça, mestre do ITA e Maçom. Ficamos, depois da palestra, nesse repleno de conversar sobre o inesgotável tema de decifrar o homem, Deus e o Univer...