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ESCREVER À MÃO

Escrever à mão exercita não só a sua memória como toda a história da escrita, cada traço tem um peso e uma intensidade, cada ponto uma vontade e uma decisão, cada assinatura uma identidade, - e é inconfundível. Até a forma de começar (o arranque) diz muito de você, assim como como a forma de se inclinar para a um lado ou para outro determina uma postura, um traço de um "t" pode dizer de sua direção emocional. Na China, há torneios para escolher a melhor caligrafia; no Japão, o exercício da escrita à mão leva à longevidade. Há sim uma estética da escrita - até uma rasura tem a sua beleza - e toda escrita se torna documento, validação da História, confirmação ou anulação de um acontecimento.  Escrever é sempre uma provocação ao seu cérebro, é como uma partitura que desafia o raciocínio mais rápido porque a música é a volição sublime do espírito - algo similar a também música da linguagem das letras - a íntima, intrínsica e pessoal voz desse timbre inconfundível e autoral: a una...
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LUZES DO "GRÃO-PARÁ

Luzes do Grão-Pará: letras que iluminam; escritores-maçons que brilham. A antologia recentemente publicada pela AMALEP Editora, reunindo 23 maçons-escritores, constituindo uma expressiva mostra da produção literária vinculada à Maçonaria no estado do Pará, brilhou na Bienal Internacional do Livro em São Paulo. A obra representa, ao mesmo tempo, uma celebração da palavra, da fraternidade e da cultura maçônica pelo estudo, pela literatura, pelo livro.  A própria AMALEP organizou a antologia, resultado de edital de 2026, destinado à seleção de autores do nosso imenso estado. Trata-se de uma bela edição, minunciosamente trabalhada como obra à altura do seu conteúdo. A qualidade gráfica, a composição visual e a organização da publicação conferem à antologia uma dignidade compatível com a tradição das academias de letras e com a simbologia que envolve a Maçonaria. A diversidade dos autores permite que o leitor percorra diferentes caminhos da abordagem maçônica sobre temas comum à Ordem. ...

DO CORAÇÃ0 DA AMAZÔNIA PARA A BIENAL: EDUARDO BITENCOURT TRANSFORMA SONHO EM REALIDADE

DO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA PARA A BIENAL: EDUARDO BITENCOURT TRANSFORMA SONHO EM REALIDADE Escritor paraense lançou, em sessão de autógrafo especial, as obras "Vesso a Avesso" e "Xicobit e Dudubit – O Tio da Lua", na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. As duas obras nasceram da longa jornada de se publicar jm livro: primeiro, o crivo de uma excelente edição até chegar à impressão de qualidade. A edição foi feita pela empresa paraense Aguiar Business com muito esmero e dedicação, empresa que tem uma equipe qualificada para editar, revisar e publicar. E o que diz o autor sobre este sonho realizado: "Alguns sonhos nascem no silêncio, crescem com a persistência e, um dia, encontram um grande palco para se tornar realidade, principalmente quando o sonho transpõe limites, supera barreiras. Eu nunca imaginei estar em uma bienal do livro, somente a literatura pode deixar esse legado à posteridade".  O médico, escritor e acadêmico paraense Eduardo Bitencourt ch...
EDITAL DE SELEÇÃO - CRITÉRIOS PARA ADMISSÃO DE ACADÊMICO EFETIVO - AMALEP 1. REQUISITOS PRELIMINARES - Eliminatórios Para ter a inscrição deferida, o candidato deve comprovar: a) Ser Maçom Regular, ativo, filiado a Loja jurisdicionada ao GOB-PA ou GLEPA; b) Mínimo de 3 anos de efetiva atividade maçônica; c) Ter no mínimo 21 anos e conduta ilibada na sociedade e na Ordem; d) Não ter sofrido condenação em Tribunal Maçônico; e) Apresentar Curriculum Vitae literário e maçônico com a devida COMPROVAÇÃO. 2. COMPROVAÇÃO DE PRODUÇÃO LITERÁRIA E MAÇÔNICA - Classificatório A avaliação será por pontuação. O candidato deverá comprovar suas produções com foto digital de exemplar físico, com ISBN. COMPROVAÇÃO DE PUBLICAÇÃO  Artigo publicado : 100 pontos por artigo. Em revista (impressa ou digital), periódico ou jornal com ISSN/Conselho Editorial. Livro publicado: 500 pontos por livro com ISBN. Autoria ou co-autoria. Ensaio publicado 100 pontos por ensaio literário, filosófico ou maçônico. Poema ...

NÃO HÁ COMO FALAR NA INDEPENDÊNCIA PKLÍTICA DO BRASIL SEM FALAR NA ORDEM MAÇÔNICA

"Não há como falar na independência política do Brasil, sem falar na Ordem Maçônica, intituição idealizadora desse fato histórico, que deu ao povo brasileiro a certeza de uma vida política sem intolerância. Nada melhor para qualquer povo, do que a liberdade de criança, de ação e de pensamento, aliada à de livre escolha de seus governantes, além da franca e ampla liberdade de cada cidadão com direito à palavra e à associação." LIMA, José Nazareno Nogueira. Mensagens do Grão-Mestre, coletânea 2009-2014. Belém PA: GLEPA, 2014, p.17.

AFINAL, DE ONDE VEM O MAL

Afinal, de onde vem o mal? Pergunte a um sacerdote e ele dirá “Vem do diabo!” Pergunte a um político e ele dirá “Vem da oposição!” Perguntaram ao mais sábio de Atenas, Sócrates: “Só existe um mal, a ignorância”. Perguntaram a Rousseau, e ele prontamente: “O mal vem da fraqueza!” Eça de Queirós disse “O mal vem de onde menos se espera!” (O Crime do Padre Amaro), Perguntaram ao Raul Seixas, cantor e compositor brasileiro que teve o seu caixão roubado por seus fãs, aos gritos de "você não morreu!" "você não morreu!"...  “Ói, vem de braços e de abraços com o bem num romance astral!” . Resumindo: Os Loucos explicam melhor: O mal não tem idade, e não cabe explicação E se for “de-menor” Merece punição? E ri-se o diabo  com falsa intensidade, aquele que “faz o bem” Em sua danação. Benilton Cruz

PRIMEIRO DE SETEMBRO

Primeiro de Setembro A primavera bate às portas e diz: trago flores. Viver é a arte de se renovar, afinal: "a vida só é possível reinventada"  Cecília Meireles

PÁSSAROS DE PAPEL

Faço pássaros voar da tua mão. É fácil, basta dobrar o papel em cinco partes. Leve a um horizonte qualquer, a mínima distância. O restante, os pássaros ainda aprenderão contigo. Onde há imaginação, nada pode faltar. Poeta é aquele que não sabe o que fazer da infância. Benilton Cruz

ONZE ANOS DE CULTURA LITERÁRIA MAÇÔNICA - AMALEP CELEBRA SESSÃO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO

AMALEP CELEBRA 11 ANOS DE HISTÓRIA, CULTURA LITERÁRIA E FRATERNIDADE NO PARÁ Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) comemora trajetória marcada pela valorização da literatura, do pensamento e da cultura maçônica. São onze anos de história, conhecimento e dedicação à cultura. A Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) celebrou seu 11º aniversário em uma noite marcada pela emoção, cultura literária, fraternidade e reconhecimento à produção intelectual de seus 42 acadêmicos. A solenidade, realizada na segunda-feira, 24 de agosto, na sede da Grande Loja Maçônica do Estado do Pará (GLEPA), contou com a presença do Sereníssimo Grão-Mestre Adonai Eber Rodrigues Leitão, o presidente da Academia de Letras e Artes da Polícia Militar do Pará (ALAPMPA), a jornalista Franssinete Florenzano, presidente da Academia Paraense de Jornalismo (APJ), a senhora Rosa Lúcia Monteiro Leitão, presidente da Associação Damas da Fraternidade (ADAF), acadêmicos, autoridades maçônicas, ...

O QUINTO E ÚLTIMO ELEMENTO

O fogo ascende, é leve - e queima - foi feito para as alturas; a terra é dura, fixa-nos e alimenta-nos da seiva e da verde linguagem da natureza, a que pacifica e espiritualiza;  a água flui, não conhece obstáculos, fertiliza ao mesmo tempo que evapora, e no  ar conhece a mensagem dos deuses - amar - esse sopro criador de humanidade, a crença e a coragem,  no vazio, o quinto e último elemento. Benilton Cruz

SOB O LUAR DE AGOSTO

SOB O LUAR DE AGOSTO Já anoitece sobre a cidade. Unem-se as sombras, mas A luz ficou contigo. No ar, teu nome, Vaga, canta e novamente cala: É a água do rio que passa E nada fica e a lua está só,  comigo. Sua pele tem o tom Da aurora quando raia O adormecido tigre Que de teus olhos  tem o mel da tarde a fonte da memória ou a música, talvez,  a mesma coisa. “Quisera ser a noite para te amar no escuro Quisera ser teu primo para te amar desde a infância” (Confesso que roubei  estes versos de Apollinaire) e que você me deixa atordoado  como uma criança). (Benilton Cruz)

POR QUE TENHO ALMA CIGANA, ESPÍRITO JUDEU E CORPO IBÉRIVO-AMAZÔNICO

Por que tenho alma cigana, espírito judeu e corpo ibérico-amazônico? Habita a tua tenda e conversarás com D'us. Já perceberam que o povo hebreu habitava em suas tendas? Já perceberam que os ciganos viviam em suas carruagens? Já perceberam que espanhois e portugueses viviam também em galés, galeões e caravelas? Nações indígenas, caboclos e pretos velhos viviam em habitações circulares lembrando o pitagórico círculo da unidade. Será que para esses povos já não eram conhecidas técnicas mais avançadas de construção?  Para os povos que viviam no deserto ou nas penínsulas ou até mesmo na xamânica Amazônia? Claro que sim.  Nem mesmo Abraão, com toda sua riqueza, tinha uma casa permanente. Havia algo de errado nisso?  O cigano Wladmir encantava a todos com sua música, dizem que nunca morreu e peregrina ainda em sua carruagem musical. Mestre Gabriel, fundador da União do Vegetal, dizia que a vida é uma barquinha que devemos controlá-la e a música é uma forma de oração-cantada ness...

LUZ QUE PRECEDE A MADRUGADA

 Viriato, mestre na tática de guerrilhas, “César Lusitano”, só os aduladores conseguiram-no matar, "Terror Romanorum", invencível.  É lembrado por Fernando Pessoa como personalidade fundamental à memória coletiva portuguesa, prenúncio de nacionalidade, “Luz que precede a madrugada”, na parte do livro “Os Castellos”, no livro Mensagem, pelo instinto de bravura e de independência, e principalmente pelo sentido da autonomia.  Nenhum povo ou homem é feliz sem autonomia. Benilton Cruz

O CICLO VITAL DA MORTE

"Todo dia enfrentar a morte, praticar o mortal na esfera da vitalidade.  Todo dia renascer uma palavra.  Todo dia ser alguém que já foi para ser novamente quem poderá ser sem deixar de ser aquele que é.  O ciclo vital é um ciclo mortal.  Ser poeta é lidar com essa tarefa. É o ofício consciente de exercitar o suportável." (Benilton Cruz).

PÁSSAROS DA MÃO

Faço pássaros voar da tua mão. É fácil, basta dobrar o papel em cinco partes. Leve a um horizonte qualquer, a mínima distância. O restante, os pássaros ainda aprenderão contigo. Onde há imaginação, nada pode faltar. Poeta é aquele que não sabe o que fazer da infância. Texto: Benilton Cruz

ODE AO BEBUM DA CURUZU

Ode ao Bebum da Curuzu Caminhando hoje, nas vias tortas da certa vida, da Pedreira ao Marco da Paraense Capital Vi escrito na camisa do desbotado branco e azul  de um honrado homem: "Quem bebe vive menos: menos estressado, menos entediado, menos infeliz"... e eu complemento, então, depois dessa inteligente lição Antes do Paysandu  em seu próprio estádio de novo perder: NÃO VIVA COM MODERAÇÃO curta a vida de montão, APAIXONE-SE largue esse iphone, já que a vida não se repete, largue esse ipad pois, como diz um escocês, acostumado ao bom viver, empirista do velho poema e do dourado e cintilante uísque:  "A finalidade do homem é o prazer"  (David Hume) Benilton Cruz 18.08.2021

ABAETETUBA, 131 A OS

ABAETETUBA I – Da chegada   Uma baía, uma tempestade, uma margem A surgir qualquer miragem, uma promessa E a segura terra, uma beira, a outra margem. O primeiro abaetetubense salvou-se pela fé E a cidade assim raiou Sob um manto azul Da Conceição-Mãe - Imaculada    Benilton Cruz

A ESTRELA MAIS BRILHANTE DA BANDEIRA

  NESTE FERIADO ESTADUAL DE 15 DE AGOSTO  - A AMALEP TRAZ A HISTÓRIA DO HINO DO PARÁ. Na bandeira nacional, o nosso estado é representado pela estrela spica da Constelação de Virgem - significando "espiga", a fartura. A letra do hino do Pará é de Artur Teódulo Santos Porto (1886 - 1938) e a Música, pir sua vez, foi composta por Nicolino Milano (1876 - 1931). Houve a adaptação e arranjo de Gama Malcher (Fabiano Fidélis Gama Malcher) Oficializado em: 29 de outubro de 1969, por uma Emenda Constitucional  Letra Oficial Completa: "Salve, ó terra de ricas florestas, Fecundadas ao sol do Equador! Teu destino é viver entre festas, Do progresso, da paz e do amor! Salve, ó terra de ricas florestas, Fecundadas ao sol do Equador! ​ Estribilho Ó Pará, quanto orgulhas ser filho, De um colosso, tão belo e tão forte; Juncaremos de flores teu trilho, Do Brasil, sentinela do Norte. E a deixar de manter esse brilho, Preferimos, mil vezes, a morte! ​ Salve, ó terra de rios gigantes, D'A...

33 PARABÉNS, BUCHALLE

  AOS 33 ANOS DE SERVIÇO À MAÇONARIA - O NOVO BENEMÉRITO DA ORDEM: PEDRO PAULO BUCHALLE SILVA. São 33 anos de vida dedicados à Maçonaria;  são 33 longos degraus galgados à subida da retidão;  são 33 vértebras da Coluna Real da verdadeira sustentação;  são 33 iniciações, 33 revelações, 33 epifanias;  são 33 graus do Escocês Rito, da  humildade - a mais alta, justa & perfeita  sabedoria! Uma homenagem de seus irmãos da Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará  e de seu querido confrade das letras e do espírito das Letras. Benilton Lobato Cruz,  Presidente da AMALEP.

ORAÇÃO A UM IRMÃO AUSENTE EM SEU ANIVERSÁRII

  ORAÇÃO A UM IRMÃO AUSENTE EM SEU ANIVERSÁRIO Oito de agosto de novo nasceste, Como um lúme intenso e passageiro Um belo olhar, onde claro teceste,  O azul da noite e do dia derradeiro. De ti, lembrar a infância  É um ato feliz de carinho e paz, A brincar com se a distância Fosse de Deus o Amor que nos traz: Sempre, o Bernardino, do pai, o tino - O nome, e da dona Beatriz, o Lobato, União de paternal zelo, sagrado trino! Confere esta oração o que o Destino Nos cortou abrupto o doloroso ato: Partiste, e belo ficaste, sempre menino! Benilton Lobato Cruz para o meu irmão Bernardino Lobato Cruz. Em seu aniversário 08.08.2026

BRENNER & IZABELA

  ACRÓSTICO DO BELO AMOR Bem no coração Reside a chama Essencial à vida Neste encontro Nesta plena revelação: Em duas faces Rostos em una direção! & Início de tudo Zelo de menina Amor de menino Busca amena E clara da vida Leve e serena Angelical união! Benilton Cruz Feliz Dia dos Pais Brenner e Izabela. 09.08.2026

OUÇA AS CORES

 "A cor é o toque, o olho, o martelo que faz vibrar a alma, o instrumento de mil cordas" dizia Wassily Kandisnky.  Ele pintou tentando ouvir "o som" das cores - essa sensorialidade é típica de pintores do final do século 19 e início do século 20.  Para os amigos que adoram a arte. Ouça as cores Benilton Cruz

A TORRE DE ODIN

 

FORSETI