Viriato, mestre na tática de guerrilhas, “César Lusitano”, só os aduladores conseguiram-no matar, "Terror Romanorum", invencível. É lembrado por Fernando Pessoa como personalidade fundamental à memória coletiva portuguesa, prenúncio de nacionalidade, “Luz que precede a madrugada”, na parte do livro “Os Castellos”, no livro Mensagem, pelo instinto de bravura e de independência, e principalmente pelo sentido da autonomia. Nenhum povo ou homem é feliz sem autonomia. Benilton Cruz
"Todo dia enfrentar a morte, praticar o mortal na esfera da vitalidade. Todo dia renascer uma palavra. Todo dia ser alguém que já foi para ser novamente quem poderá ser sem deixar de ser aquele que é. O ciclo vital é um ciclo mortal. Ser poeta é lidar com essa tarefa. É o ofício consciente de exercitar o suportável." (Benilton Cruz).