AMALEP CELEBRA SEIS NOVOS ACADÊMICOS A Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) realizou, na noite desta sexta-feira, 26 de setembro, às 19h, uma Sessão Magna de Posse de seis novos membros efetivos, em solenidade realizada no histórico prédio da Academia Paraense de Letras, em Belém. Reunindo acadêmicos, escritores, maçons, convidados e representantes do meio literário e cultural paraense, a cerimônia foi conduzida com brilhantismo pelo vice-presidente da AMALEP, Eduardo Bitencourt. A solenidade marcou a incorporação de seis novos acadêmicos ao silogeu maçônico-literário, cada um passando a ocupar uma cadeira vinculada a um patrono de reconhecida importância para a cultura, a literatura, a história ao pensamento maçônico e à música. Foram empossados: Cadeira nº 14 — Edson José Franco Veras Patrono: Benjamin Constant Cadeira nº 22 — Álex Mendonça Paiva Antônio José Patrono: Pixinguinha Cadeira nº 24 — Jonas Elias Castro da Rocha Patrono: Casimiro de Abreu Cadeira nº 28 — ...
Escrever à mão exercita não só a sua memória como toda a história da escrita, cada traço tem um peso e uma intensidade, cada ponto uma vontade e uma decisão, cada assinatura uma identidade, - e é inconfundível. Até a forma de começar (o arranque) diz muito de você, assim como como a forma de se inclinar para a um lado ou para outro determina uma postura, um traço de um "t" pode dizer de sua direção emocional. Na China, há torneios para escolher a melhor caligrafia; no Japão, o exercício da escrita à mão leva à longevidade. Há sim uma estética da escrita - até uma rasura tem a sua beleza - e toda escrita se torna documento, validação da História, confirmação ou anulação de um acontecimento. Escrever é sempre uma provocação ao seu cérebro, é como uma partitura que desafia o raciocínio mais rápido porque a música é a volição sublime do espírito - algo similar a também música da linguagem das letras - a íntima, intrínsica e pessoal voz desse timbre inconfundível e autoral: a una...