Algumas das lápides mais famosas de escritores, poetas, e personalidades da ciência & outras artes - afinal o que é a arte senão uma forma de desafiar a morte:
"O Beauté? ton regard, infernal et divin," (Baudelaire) Estamos a pleno outono, palavra do latim "outūmnus" que significa "tempo do ocaso", "fim do verão" ou "tempo de colheita". Tempo de trocar as folhas desgastadas e renovar o verde da primordial e sábia natureza, essencialmente, curativa, regenedora - o verdadeiro lar de nossa andarilha alma. Renovar o sentido da esperança, do ar que respiramos, da vida em sua essência para aprender com as plantas e árvores que crescem em pé e de pé permacem nas tempestades. Tudo se transforma, inclusive o próprio verde que amarelece e cai e volta a ser de novo o verde broto e folhas dessa novamente "muda" planta (que com o verde nos fala de juventude e renovação). A sombra também acolhe do sol e sua intensa luz de sempre, assim como a grama que nossos pés refresca da terra dura. No outono somos todos uma coisa só: esse humilde vegetal que se renova - o verde que se renasce como o origina...