DO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA PARA A BIENAL: EDUARDO BITENCOURT TRANSFORMA SONHO EM REALIDADE
Escritor paraense lança hoje, em sessão de autógrafo especial, no estande da Fábrica do Livro, as obras "Vesso a Avesso" e "Xicobit e Dudubit – O Tio da Lua" na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
As duas obras nasceram da longa jornada de se publicar jm livro: primeiro, o crivo de uma excelente edição até chegar à impressão de qualidade.
A edição foi feita pela empresa paraense Aguiar Business e a publicação pela editora curitibana Fábrica do Livro.
E o que diz o autor sobre este sonho realizado:
"Alguns sonhos nascem no silêncio, crescem com a persistência e, um dia, encontram um grande palco para se tornar realidade, principalmente quando o sonho transpõe limites, supera barreiras. Eu nunca imaginei estar em uma bienal do livro, somente a literatura pode deixar esse legado à posteridade".
O médico, escritor e acadêmico paraense Eduardo Bitencourt chega à Bienal Internacional do Livro de São Paulo com uma bagagem literária de qualidade e um sonho realizado. E como sempre se diz: "livros são sonhos que carregamos nas mãos".
São duas obras, uma refletindo "nel mezzo de cammin", como diria Dante Alighiere sobre uma metade de vida aos cinquentas anos, através de em um conjunto de crônicas: o livro "Vessso a Avesso" é uma tessitura de vivências, aprendizado, e assertivas ponderações entre a experiência amazônica de um médico, suas memórias, a fraternidade maçônica, as lições cristãs, a filosofia estóica e a recordação de um pai exemplar.
E por falar em instrução de vida, o autor autografa também o livro infantojuvenil "Xicobite e Dudubit - O Tio da Lua", para ser lido e colorido.
É uma obra que retrata o amor por um sobrinho, ainda em fase de crescimento, morador de São Paulo, e que desconhece a Amazônia com todas as suas formas de riqueza.
O livro toca sua história de vida e o orgullho de representar sua raiz abaetetubense, entre rios, a floresta e as histórias sempre contadas por gente simples com intuito de instruir.
Natural de Belém, no Pará, filho de Antônio Ferreira Dias e Ana Bitencourt Dias, Eduardo construiu sua vida em Abaetetuba, município que se tornou parte essencial de sua história e de sua trajetória como médico.
É nessa terra amazônica que as memórias, a cultura, as pessoas e experiências se tranformam em livros - que romperam fronteiras da Amazônia para o mundo.
QUANDO UM SONHO ENCONTRA UMA OPORTUNIDADE
A participação de Eduardo Bitencourt na Bienal Internacional do Livro de São Paulo foi proporcionada pela Editora Aguiar Business, através da jornalista Rosângela Aguiar, que acreditou em seu trabalho e abriu caminho para que sua produção literária pudesse ocupar um espaço de destaque em um dos mais importantes eventos culturais do país.
Para a Aguiar Business, levar um autor paraense à Bienal significa também valorizar a literatura produzida na Amazônia e mostrar que grandes talentos podem nascer longe dos grandes centros editoriais e, ainda assim, alcançar novos públicos.
A editora se torna, nesse momento, uma ponte entre Abaetetuba e São Paulo; entre a Amazônia e o sonho que se torna realidade.
UM MÉDICO ESCRITOR
A história de Eduardo é construída por diferentes caminhos.
Formado pela Universidade Estadual do Pará, atua na área de Ortopedia e Traumatologia e possui pós-graduação em Ultrassonografia. É diretor técnico da Clínica São José, diretor técnico da E.C.I. — Ensino Continuado Itinerante, Escola de Ultrassonografia em Belém — e diretor técnico da área de Ortopedia e Traumatologia do Hospital São José, em Vila dos Cabanos.
Também foi diretor do Hospital Municipal Santa Rosa, em Abaetetuba.
Mas, para além da medicina, Eduardo encontrou na literatura a forma de expressão que traduz a jornada de vida entre Belém, Abaetetuba, Barcarena e Vila dos Cabanos.
Em 2024, lançou, na sede da Grande Loja Maçônica do Estado do Pará, "Coração Caboclo", obra que revelou ainda mais sua ligação com a cultura e a identidade amazônica.
Agora, com "Vesso a Avesso" e "Xicobit e Dudubit – O Tio da Lua", amplia sua produção e consolida uma caminhada que une conhecimento, criatividade e amor pela família, pela profissão médica, pela fraternidade maçônica e pelas letras.

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