Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de agosto, 2026

PÁSSAROS DE PAPEL

Faço pássaros voar da tua mão. É fácil, basta dobrar o papel em cinco partes. Leve a um horizonte qualquer, a mínima distância. O restante, os pássaros ainda aprenderão contigo. Onde há imaginação, nada pode faltar. Poeta é aquele que não sabe o que fazer da infância. Benilton Cruz

ONZE ANOS DE CULTURA LITERÁRIA MAÇÔNICA - AMALEP CELEBRA SESSÃO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO

AMALEP CELEBRA 11 ANOS DE HISTÓRIA, CULTURA LITERÁRIA E FRATERNIDADE NO PARÁ Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) comemora trajetória marcada pela valorização da literatura, do pensamento e da cultura maçônica. São onze anos de história, conhecimento e dedicação à cultura. A Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) celebrou seu 11º aniversário em uma noite marcada pela emoção, cultura literária, fraternidade e reconhecimento à produção intelectual de seus 42 acadêmicos. A solenidade, realizada na segunda-feira, 24 de agosto, na sede da Grande Loja Maçônica do Estado do Pará (GLEPA), contou com a presença do Sereníssimo Grão-Mestre Adonai Eber Rodrigues Leitão, o presidente da Academia de Letras e Artes da Polícia Militar do Pará (ALAPMPA), a jornalista Franssinete Florenzano, presidente da Academia Paraense de Jornalismo (APJ), a senhora Rosa Lúcia Monteiro Leitão, presidente da Associação Damas da Fraternidade (ADAF), acadêmicos, autoridades maçônicas, ...

O QUINTO E ÚLTIMO ELEMENTO

O fogo ascende, é leve - e queima - foi feito para as alturas; a terra é dura, fixa-nos e alimenta-nos da seiva e da verde linguagem da natureza, a que pacifica e espiritualiza;  a água flui, não conhece obstáculos, fertiliza ao mesmo tempo que evapora, e no  ar conhece a mensagem dos deuses - amar - esse sopro criador de humanidade, a crença e a coragem,  no vazio, o quinto e último elemento. Benilton Cruz

SOB O LUAR DE AGOSTO

SOB O LUAR DE AGOSTO Já anoitece sobre a cidade. Unem-se as sombras, mas A luz ficou contigo. No ar, teu nome, Vaga, canta e novamente cala: É a água do rio que passa E nada fica e a lua está só,  comigo. Sua pele tem o tom Da aurora quando raia O adormecido tigre Que de teus olhos  tem o mel da tarde a fonte da memória ou a música, talvez,  a mesma coisa. “Quisera ser a noite para te amar no escuro Quisera ser teu primo para te amar desde a infância” (Confesso que roubei  estes versos de Apollinaire) e que você me deixa atordoado  como uma criança). (Benilton Cruz)

POR QUE TENHO ALMA CIGANA, ESPÍRITO JUDEU E CORPO IBÉRIVO-AMAZÔNICO

Por que tenho alma cigana, espírito judeu e corpo ibérico-amazônico? Habita a tua tenda e conversarás com D'us. Já perceberam que o povo hebreu habitava em suas tendas? Já perceberam que os ciganos viviam em suas carruagens? Já perceberam que espanhois e portugueses viviam também em galés, galeões e caravelas? Nações indígenas, caboclos e pretos velhos viviam em habitações circulares lembrando o pitagórico círculo da unidade. Será que para esses povos já não eram conhecidas técnicas mais avançadas de construção?  Para os povos que viviam no deserto ou nas penínsulas ou até mesmo na xamânica Amazônia? Claro que sim.  Nem mesmo Abraão, com toda sua riqueza, tinha uma casa permanente. Havia algo de errado nisso?  O cigano Wladmir encantava a todos com sua música, dizem que nunca morreu e peregrina ainda em sua carruagem musical. Mestre Gabriel, fundador da União do Vegetal, dizia que a vida é uma barquinha que devemos controlá-la e a música é uma forma de oração-cantada ness...

LUZ QUE PRECEDE A MADRUGADA

 Viriato, mestre na tática de guerrilhas, “César Lusitano”, só os aduladores conseguiram-no matar, "Terror Romanorum", invencível.  É lembrado por Fernando Pessoa como personalidade fundamental à memória coletiva portuguesa, prenúncio de nacionalidade, “Luz que precede a madrugada”, na parte do livro “Os Castellos”, no livro Mensagem, pelo instinto de bravura e de independência, e principalmente pelo sentido da autonomia.  Nenhum povo ou homem é feliz sem autonomia. Benilton Cruz

O CICLO VITAL DA MORTE

"Todo dia enfrentar a morte, praticar o mortal na esfera da vitalidade.  Todo dia renascer uma palavra.  Todo dia ser alguém que já foi para ser novamente quem poderá ser sem deixar de ser aquele que é.  O ciclo vital é um ciclo mortal.  Ser poeta é lidar com essa tarefa. É o ofício consciente de exercitar o suportável." (Benilton Cruz).

PÁSSAROS DA MÃO

Faço pássaros voar da tua mão. É fácil, basta dobrar o papel em cinco partes. Leve a um horizonte qualquer, a mínima distância. O restante, os pássaros ainda aprenderão contigo. Onde há imaginação, nada pode faltar. Poeta é aquele que não sabe o que fazer da infância. Texto: Benilton Cruz

ODE AO BEBUM DA CURUZU

Ode ao Bebum da Curuzu Caminhando hoje, nas vias tortas da certa vida, da Pedreira ao Marco da Paraense Capital Vi escrito na camisa do desbotado branco e azul  de um honrado homem: "Quem bebe vive menos: menos estressado, menos entediado, menos infeliz"... e eu complemento, então, depois dessa inteligente lição Antes do Paysandu  em seu próprio estádio de novo perder: NÃO VIVA COM MODERAÇÃO curta a vida de montão, APAIXONE-SE largue esse iphone, já que a vida não se repete, largue esse ipad pois, como diz um escocês, acostumado ao bom viver, empirista do velho poema e do dourado e cintilante uísque:  "A finalidade do homem é o prazer"  (David Hume) Benilton Cruz 18.08.2021

ABAETETUBA, 131 A OS

ABAETETUBA I – Da chegada   Uma baía, uma tempestade, uma margem A surgir qualquer miragem, uma promessa E a segura terra, uma beira, a outra margem. O primeiro abaetetubense salvou-se pela fé E a cidade assim raiou Sob um manto azul Da Conceição-Mãe - Imaculada    Benilton Cruz

A ESTRELA MAIS BRILHANTE DA BANDEIRA

  NESTE FERIADO ESTADUAL DE 15 DE AGOSTO  - A AMALEP TRAZ A HISTÓRIA DO HINO DO PARÁ. Na bandeira nacional, o nosso estado é representado pela estrela spica da Constelação de Virgem - significando "espiga", a fartura. A letra do hino do Pará é de Artur Teódulo Santos Porto (1886 - 1938) e a Música, pir sua vez, foi composta por Nicolino Milano (1876 - 1931). Houve a adaptação e arranjo de Gama Malcher (Fabiano Fidélis Gama Malcher) Oficializado em: 29 de outubro de 1969, por uma Emenda Constitucional  Letra Oficial Completa: "Salve, ó terra de ricas florestas, Fecundadas ao sol do Equador! Teu destino é viver entre festas, Do progresso, da paz e do amor! Salve, ó terra de ricas florestas, Fecundadas ao sol do Equador! ​ Estribilho Ó Pará, quanto orgulhas ser filho, De um colosso, tão belo e tão forte; Juncaremos de flores teu trilho, Do Brasil, sentinela do Norte. E a deixar de manter esse brilho, Preferimos, mil vezes, a morte! ​ Salve, ó terra de rios gigantes, D'A...

33 PARABÉNS, BUCHALLE

  AOS 33 ANOS DE SERVIÇO À MAÇONARIA - O NOVO BENEMÉRITO DA ORDEM: PEDRO PAULO BUCHALLE SILVA. São 33 anos de vida dedicados à Maçonaria;  são 33 longos degraus galgados à subida da retidão;  são 33 vértebras da Coluna Real da verdadeira sustentação;  são 33 iniciações, 33 revelações, 33 epifanias;  são 33 graus do Escocês Rito, da  humildade - a mais alta, justa & perfeita  sabedoria! Uma homenagem de seus irmãos da Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará  e de seu querido confrade das letras e do espírito das Letras. Benilton Lobato Cruz,  Presidente da AMALEP.

ORAÇÃO A UM IRMÃO AUSENTE EM SEU ANIVERSÁRII

  ORAÇÃO A UM IRMÃO AUSENTE EM SEU ANIVERSÁRIO Oito de agosto de novo nasceste, Como um lúme intenso e passageiro Um belo olhar, onde claro teceste,  O azul da noite e do dia derradeiro. De ti, lembrar a infância  É um ato feliz de carinho e paz, A brincar com se a distância Fosse de Deus o Amor que nos traz: Sempre, o Bernardino, do pai, o tino - O nome, e da dona Beatriz, o Lobato, União de paternal zelo, sagrado trino! Confere esta oração o que o Destino Nos cortou abrupto o doloroso ato: Partiste, e belo ficaste, sempre menino! Benilton Lobato Cruz para o meu irmão Bernardino Lobato Cruz. Em seu aniversário 08.08.2026

BRENNER & IZABELA

  ACRÓSTICO DO BELO AMOR Bem no coração Reside a chama Essencial à vida Neste encontro Nesta plena revelação: Em duas faces Rostos em una direção! & Início de tudo Zelo de menina Amor de menino Busca amena E clara da vida Leve e serena Angelical união! Benilton Cruz Feliz Dia dos Pais Brenner e Izabela. 09.08.2026

OUÇA AS CORES

 "A cor é o toque, o olho, o martelo que faz vibrar a alma, o instrumento de mil cordas" dizia Wassily Kandisnky.  Ele pintou tentando ouvir "o som" das cores - essa sensorialidade é típica de pintores do final do século 19 e início do século 20.  Para os amigos que adoram a arte. Ouça as cores Benilton Cruz

A TORRE DE ODIN

 

FORSETI

 
SUMÁRIO - AMALEP 11 ANOS – 11 OLHARES (Livro Digital por ocasião das comemorações dos onze anos da AMALEP) Capa AMALEP 11 ANOS - 11 OLHARES Prefácio do Presidente 1. Alice no País Das Maravilhas: Uma Leitura Iniciática e Maçônica (Pedro Paulo Buchalle Silva). 2. Anam Cara: uma Memória e Ensaio sobre o Luto e a Imortalidade (Karan Roberto da Motta Valente).                                                          3. A Simbiose Histórica entre A Maçonaria, o Patriotismo e a Independência Do Brasil: um Escorço Filosófico e Histórico das Virtudes Maçônicas no Processo de Emancipação Nacional. (Marcelo Cunha Holanda). 4. A Imagem de Deus (Antonio dos Santos Bezerra) 5. José Veríssimo: uma Voz Amazônica nas Letras do Brasil (Manoel Martins Franco). 6. Escrever: Quando o Conhecimento se Torna Sabedoria. (Edilson Araújo dos Santos). 7. O Caminho da Luz...