Viriato, mestre na tática de guerrilhas, “César Lusitano”, só os aduladores conseguiram-no matar, "Terror Romanorum", invencível.
É lembrado por Fernando Pessoa como personalidade fundamental à memória coletiva portuguesa, prenúncio de nacionalidade, “Luz que precede a madrugada”, na parte do livro “Os Castellos”, no livro Mensagem, pelo instinto de bravura e de independência, e principalmente pelo sentido da autonomia.
Nenhum povo ou homem é feliz sem autonomia.
Benilton Cruz

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