AMALEP CELEBRA SEIS NOVOS ACADÊMICOS
A Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará (AMALEP) realizou, na noite desta sexta-feira, 26 de setembro, às 19h, uma Sessão Magna de Posse de seis novos membros efetivos, em solenidade realizada no histórico prédio da Academia Paraense de Letras, em Belém.
Reunindo acadêmicos, escritores, maçons, convidados e representantes do meio literário e cultural paraense, a cerimônia foi conduzida com brilhantismo pelo vice-presidente da AMALEP, Eduardo Bitencourt.
A solenidade marcou a incorporação de seis novos acadêmicos ao silogeu maçônico-literário, cada um passando a ocupar uma cadeira vinculada a um patrono de reconhecida importância para a cultura, a literatura, a história ao pensamento maçônico e à música.
Foram empossados:
Cadeira nº 14 — Edson José Franco Veras
Patrono: Benjamin Constant
Cadeira nº 22 — Álex Mendonça Paiva Antônio José
Patrono: Pixinguinha
Cadeira nº 24 — Jonas Elias Castro da Rocha
Patrono: Casimiro de Abreu
Cadeira nº 28 — Brauler Braulino
Patrono: José Castellani
Cadeira nº 36 — Marcelo Brito dos Santos
Patrono: Deodoro da Fonseca
Cadeira nº 42 — Naiton André Reis Pereira Júnior
Patrono: Frederico II
A escolha do prédio histórico da Academia Paraense de Letras conferiu à cerimônia uma dimensão particularmente simbólica. O espaço, ligado à tradição literária do Pará, tornou-se cenário para o encontro entre a cultura acadêmica, a literatura e os valores que orientam a Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará.
A posse dos novos membros representa também a continuidade de uma tradição de valorização da palavra escrita, da produção intelectual e da preservação da memória cultural. Ao ingressarem na AMALEP, os seis novos acadêmicos passam a integrar uma instituição que tem entre seus propósitos estimular a literatura e promover a aproximação entre a cultura e os princípios humanísticos da Maçonaria.
Conduzida em clima de solenidade e fraternidade, a Sessão Magna foi marcada ainda pela valorização dos patronos das respectivas cadeiras - o famoso Discurso da Imortalidade da AMALEP, texto que cada novo acadêmi lê da tribuna, enfatizando a trajetória literária e seu vínculo com a Maçonaria.
A noite de 26 de setembro ficará, assim, registrada na trajetória da AMALEP como um momento de renovação de seus quadros e de celebração da literatura, da cultura e da fraternidade, tendo como cenário um dos espaços mais emblemáticos da vida intelectual paraense.
Seis novas cadeiras, seis novos nomes, seis histórias que passam a integrar a memória da Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará.












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