“O Brasil é uma República Federativa cheia de árvores e de gente dizendo adeus”
Oswald de Andrade - SERAFIM PONTE GRANDE (1933).
Nada melhor do que ler em nossos escritores as linhas que escrevem nossa história. Estamos trabalhando para manter um sitema que estimula a improdutividade. Pagamos para não trabalharem, pagamos para não se produzir nada. E isso não adianta: tem que estimular a riqueza, a produção, a inciativa, a ideia, a promoção, a liberdade e não a dependência.
Estamos produzindos viciados, a baixa renda, a ineficiência, o atraso, gente cansada e psicologicamente fraca, ineficiente, estéril.
Só existe um mal, dizia Sócrates, ou a causa do sofrimento humano, alertava Buda - quem hoje se importa com o aprendizado de verdade? - a busca hoje é pelo imediatismo: intelecutal, político e até financeiro, a IA que virou oráculo para tudo - e vai ser fácil controlar a humandiade como já estás sendo e o caso visível é o Brasil.
Levamos anos para nos libertar da miséria, criamos o Iluminismo, a Revolução industrial, a Revolução Tecnológica, - e tudo isso passa longe de nossas escolas que idolatram um sistema educacional burocrático e idelogicamente carregado de perigosos desvios.
Abriamos um livro para ler a leitura iluminava nossos conhecimentos, hoje o livro já vem iluminado, basta cessar a tela (ecrã) de nossos telefones inteligentes - e como se beneficiar dessa dupla iluminação?
Tempos modernos exigem a libertação em seu grau mais completo à felicidade humana, e esse salto esbarra naturalmente em um avançar espiritual.
Pela lógica recente de estímulo à individualidade, o preceito budista de que cada encontre sua salvação e que cada encontre seu credo tem validade - afinal a espiritualidade nunca saiu de moda.
A crise brasileira é espiritual, uma vez que o imediatismo é incentivado como a chave para tudo, inclusive a questão política que na verdade não se resolve com eficácia os problemas de uma simples cidade, muito menos do estado, dominado por corporações - além muito além - da ultrapassada divisão entre esquerda e direita.
Não somos educados para uma democracia e sim para o confronto cujo lugar das ideias é o de não aprimoramento civilizacional. Todos têm o direito de fala e quem é que tem o real lugar da escuta? As falácias se espalham e a ponderação se retrai.


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