Pular para o conteúdo principal

CARTA À LIBERDADE

 Caros defensores da liberdade,


- Dia 27 de janeiro - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é dia de lembrar de Henryk Goldszmit (seu verdadeiro nome era Janusz Korczak), pedagogo polonês judeu que negou a se salvar sem os seus alunos e seus colegas da escola. 


- Ele morreu junto com as crianças no campo de extermínio nazista de Treblinka. 


"No dia da deportação do gueto, Korczak pediu para as crianças colocarem suas melhores roupas e pegarem o seu brinquedo favorito. Korczak acompanhou o cortejo das crianças rumo ao Umschlagplatz, de onde partiam os comboios para os campos de extermínio." - dizem os livros de História.


- Nazismo e Comunismo surgiram com pensadores alemães e todos sabem o que aconteceu com aquele país: destruído, dividido, reunificado. O Socialismo tem o alento romântico da Revolução Francesa e insiste no erro, já alertado por Frédéric Bastiat, contemporâneo da revolução que levou à guilhotina.


- Te prometem o paraíso, mas antes te ensinam o ódio, o instinto mais destruidor do ser humano. 


-A principal características desses três sistemas opressores: a divisão e a destruição.


Foto do fatídico dia - 05 de agosto de 1942 - e seu mausoléu, na Polônia, país escolhido pelos nazistas para ter os maiores campos de concentração uma vez que era o país europeu que concentrava 10 % de sua população de origem judia, média bem acima dos outros.


(Benilton Cruz, professor da UFPA, membro da Academia Maçônica de Letras do Estado do Pará, cadeira 11, patrono: Mario de Andrade).








Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

AO CORAÇÃO DO MAESTRO (PEQUENA CRÔNICA PÓETICA)

O coração do poeta encontrou o coração do maestro em outubro de 2023 e desde então conversavam como se fossem dois parentes que fizeram uma longa viagem a rumos diferentes e que se reencontravam de repente. O coração do maestro ensinava; o coração do poeta ouvia. Quem ensina é o coração; quem aprende é também o coração. Dois irmãos. - Um coração para duas mentes diferentes. O coração do maestro regia as histórias, as lendas, os mitos, a ópera, a música; o coração do poeta dizia: sonho com o verso, o certeiro acorde, do maestro como ópera e como canção, como rima, como melodia, como ode. E alegria. Era muita cultura, para muito mais coração. Era quase todo dia, um projeto, uma ideia, uma música, um hino, o coração do poeta escrevia: "Homens livres e de bons costumes/ irmãos do espírito das letras/ levantai a cantar a Glória do Arquiteto Criador/ Homens Livres e de bons costumes/ Irmãos do espírito das Letras/ Aprumai a voz ao coração/ que a pena é mais forte que o canhão/ Às Letras...

QUEM FOI DE CAMPOS RIBEIRO?

     DE CAMPOS RIBEIRO   JOSÉ SAMPAIO DE CAMPOS RIBEIRO, filho de Antônio Campos Ribeiro e Theodora Sampaio Ribeiro, nasceu em São Luís, MA, em 28 de janeiro de 1901, vindo morar em Belém aos quatro anos de idade.  Aos dezessete, abraçou a carreira de jornalista, atuando nos jornais “A Província do Pará”, “Folha do Norte” (Redator), “Correio do Pará”, “O Estado do Pará” (Redator-Chefe), “O Liberal”, até o ano de 1968, quando após sofrer um infarto, aposentou-se. Foi casado com a Sra. Lygia Amazonas de Campos Ribeiro, com quem teve oito filhos. Em 4 de maio de 1937, foi empossado como Titular da Cadeira nº 37 da Academia Paraense de Letras, da qual foi presidente nos períodos de 1951-1952 e 1967-1970. Pertenceu, como Membro Correspondente, da Academia de Letras do Amazonas, da Academia Acreana de Letras e da Academia Maranhense de Letras, não chegando a tomar posse. “O Velho”, como era chamado no meio literário, foi poeta, contista, cronista, memorialista e...

CRÔNICA DE UMA POSSE: MÁRCIA DUAILIBE FORTE NA ACADEMIA PARAENSE DE LETRAS

A Academia Paraense Letras realizou nesta sexta-feira, dia 19 de setembro, a posse de sua mais nova imortal, a escritora Marcia Duailibe Forte, assumindo a cadeira 13, cujo último ocupante foi Raymundo Mario Sobral. Causava certo espanto aos visitantes que estacionavam seus carros no entorno da Academia, ao ver as obras na Praça da Bandeira por ocasião da COP 30, enormes estruturas metálicas visíveis de longe e os tapumes de latão contornando a Praça, enchendo de curiosidade aos transeuntes, o que seria isso? Quando falamos de posse, na verdade, temos em mente não apenas o ritual de entronização do novo imortal e sim também que se trata da recepção do novel pela própria Academia, sem esquecer da participação dos convidados. E foi assim que realmente aconteceu: interação pura de quem comandava a sessão com todos os presentes, como se estivéssemos tocados pela aura agregadora de todas as formas artísticas. E quem viu a sessão solene pela primeira vez como acadêmico empossado, como é o me...