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O que dizer de Ratanabá? a cidade perdida na Amazônia e que seria a "capital do mundo"?

A repercussão foi grande a ponto de render vários memes e que em poucos dias colocou o tema como ridículo e infundado, antes mesmo de se debater o que há por de trás de tudo isso.

Uma busca rápida na internet não mostra o trabalho do empresário Urandir de Oliveiria, que já construiu uma comunidade no Mato Grosso do Sul, a Zigurats, com as aspectos similares ao da civilização perdida, aliás um lugar espiritual e acolhedor, bem diferente do mundo desconfiado, inseguro, deprimido, estressante da pós-pandemia (ou da pandemia infinita), guerra e inflação no qual vivemos.

Pelo menos já temos uma "Ratanabá" e está sendo construída. Uma cidade alinhanda com a energia natural do lugar, com um sentido de expansão de consciência e redescoberta do sentido de viver.

Por outro lado, como agora tudo pode ser fake, a mítica Ratanabá já é chamada de "Cidade-Fake" da Amazônia - mas o que não é fake é a procura por nióbio e lítio, e outros elementos, fundamentais à viagem a Marte até 2029, na aposta de Elon Musk, na data emblemática escolhida para lembrar o pouso da missão Apolo 11 na Lua em 1969.

Uma coisa tem a ver com a outra: Ratanabá e Marte.

Urandir de Oliveira, dono do Instituto Dakila Pesquisa, diz que Ratanabá, depois do dilúvio bíblico (e tantas vezes confirmado pela ciência), foi soterrada na Amazônia - não há evidências científicas para tal, pois entre 450 a 600 milhões de anos atrás, data provável da civilização Muril, a que construiu Ratanabá, dizem os cientistas que não havia América do Sul.
Sim, deixem, a ciência resolver isso, - mas será que a ciência que anda abalroada pelo choque com interesses financeiros na suas pesquisas e experimentos vai resolver? - A Amazônia é um portal e sempre esteve aberto espiritualmente a todos! E vamos focar na viagem a Marte que depende da Amazônia para isso. (Marte sempre protegeu a Terra, e temos dívida de gratidão ao planeta do deus da guerra). E não deixa de ser preocupante que falta pouco para a nossa civilização entrar em colapso devido à crise de confiança que se espalha em todos os segmentos que formam a base de nossa sociedade.
Uma coisa é certa nessa história toda: o futuro não está na tecnologia e sim na espiritualidade, algo que nos lembra viver em conformidade com o universo, o que os antigos chamavam de: cosmo, palavra grega que significa harmonia.

De repente, ser futurista é se descobrir antigo, harmônico com o universo e civilizadamente espiritual.

A foto: casas redondas de Zigurats chamam atenção de turistas que visitam a cidade — Foto: Silas Ismael



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